Atualmente, à exceção da terapia gênica — ainda sem previsão de incorporação no Brasil — as principais inovações terapêuticas concentram-se nos agentes moduladores da cascata
O desenvolvimento de novas terapias profiláticas representa uma mudança relevante no paradigma de tratamento, ao oferecer abordagens menos invasivas, com menor carga terapêutica e potencial
A presença de inibidores representa um importante fator de complexidade clínica, uma vez que compromete a eficácia da reposição do fator IX e impõe limitações
Nas últimas décadas, o tratamento da Hemofilia B tem passado por importantes transformações. Além da reposição tradicional do fator IX, novas estratégias terapêuticas vêm ganhando
A Federação Mundial de Hemofilia (WFH) publicou em 11 de Novembro de 2025, as “Diretrizes para o Manejo da Hemofilia: Terapia Gênica AAV, 2025” —
No dia 24 de outubro de 2025, o Ministério da Saúde (MS) anunciou oficialmente seu posicionamento favorável à ampliação do uso do emicizumabe para crianças
É com satisfação que informamos a participação da ABRAPHEM no Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (HEMO 2025), que ocorrerá entre os dias
A ABRAPHEM tem acompanhado atentamente o processo de incorporação de do emicizumabe para pacientes com Hemofilia A sem inibidores até 6 anos, cuja consulta pública,
A Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia (ABRAPHEM) convida você, para participar do Fórum ABRAPHEM 2025, que será realizado em formato online no dia 24
A Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia (ABRAPHEM) convida você a acompanhar o Seminário “A Jornada do Paciente com Hemofilia no Brasil”, que será realizado